BAÚ DE IDÉIAS

Terça-feira, Fevereiro 27, 2007

Sobre o Natural

Música que fiz pra uma peça que fala de
mulhers, meninas e senhoras.
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"Abra a janela pra sorrir
Beije seu filho que nasceu
Ande depresa até aqui.
Lembre do que aconteceu
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Corra bem rápido e sinta
O ar em seu rosto encostar
liguqe contando pra uma amiga
Que aquele festa vai rolar
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Fazer caretas no espelho
Ouvir um cd do seu irmão
Gostar de um menino de aparelho
Tomar um sorvete no verão".

O FORMULÁRIO

ééééé´ o Formulário de contratação
Talvez deveríamos dizer algumas coisas importantes ao se deparar com formulários de empresa contratadoras em nossa vida.
Aquelas redações com temas de pegadinha que mandam vc fazer:
"Você tem experiência?"
e se falássemos:
"Já fiz cosquinha na minha irmã só pra ela parar de chorar. Já me queimei brincando com vela. Eu já fiz bola de chiclete e melequei todo o rosto. Já conversei com o espelho, e até já brinquei de ser bruxo. Já quis ser astronauta, violonista, mágico, caçador e trapezista. Já me escondi atrás da cortina e esqueci os pés pra fora. Já passei trote por telefone. Já tomei banho de chuva e acabei me viciando. Já roubei beijo. Já confundi sentimentos. Peguei atalho errado e continuo andando pelo desconhecido. Já raspei o fundo da panela de arroz carreteiro. Já me cortei fazendo a barba apressado. Já chorei ouvindo música no ônibus. Já tentei esquecer algumas pessoas, mas descobri que essas são as mais difíceis de se esquecer. Já subi escondido no telhado pra tentar pegar estrela. Já subi em árvore pra roubar fruta. Já caí da escada de bunda. Já fiz juras eternas. Já escrevi no muro da escola. Já chorei sentado no chão do banheiro. Já fugi de casa pra sempre, e voltei no outro instante. Já corri pra não deixar alguém chorando. Já fiquei sozinho no meio de mil pessoas sentindo falta de uma só. Já vi pôr-do-sol cor-de-rosa e alaranjado. Já me joguei na piscina sem vontade de voltar. Já bebi uísque até sentir dormentes os meus lábios. Já olhei a cidade de cima e mesmo assim não encontrei meu lugar. Já senti medo do escuro.Já tremi de nervoso. Já quase morri de amor, mas renasci novamente pra ver o sorriso de alguém especial. Já acordei no meio da noite e fiquei com medo de levantar. Já apostei em correr descalço na rua. Já gritei de felicidade. Já roubei rosas num enorme jardim. Já me apaixonei e achei que era para sempre, mas sempre era um "para sempre" pela metade. Já deitei na grama de madrugada e vi a Lua virar Sol. Já chorei por ver amigos partindo, mas descobri que logo chegam novos, e a vida é mesmo um ir e vir sem razão. Foram tantas coisas feitas, momentos fotografados pelas lentes da emoção, guardados num baú, chamado coração. E agora um formulário me interroga, me encosta na parede e grita: "Qual sua experiência?". Essa pergunta ecoa no meu cérebro: experiência... experiência... Será que ser "plantador de sorrisos" é uma boa experiência? Não! Talvez eles não saibam ainda colher sonhos! Agora gostaria de indagar uma pequena coisa para quem formulou esta pergunta: Experiência? Quem a tem, se a todo momento tudo se renova?"
desconhecido

Segunda-feira, Dezembro 25, 2006

LUA

Carros parados na rua
Gotas refletem a lua.
Canções que trazem você,
Trazem pra perto de mim
.
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Frazes jogadas ao vento
Voam e dançam no ar.
Caem ao chão em silêncio,
Lembram e dão solidão.
.
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Solidão

Sexta-feira, Dezembro 22, 2006

Eu estou dançando com a vida!



Eu não devo nada à ninguém
Eu não sou do mal nem do bem
Tô no meio do caminho, tô fazendo a minha estrada
Sem pedir carona.
...
Minha mãe me abençoou
Meu pai não quis me dizer quem eu sou
Me mostrou que só eu posso fazer minha história
...
Eu tõ dançando com a vida,
de rosto colado,
abraçando apertado,
Que delícia viver!
...
Fazendo a minha estrada, fazendo a minha história,
Eu faço passo a passo a minha humilde trajetória
Viver feliz é uma arte e eu faço a minha parte,
eu improviso, eu sei aonde eu piso.
...
E sei que o meu sorriso te incomoda e você nem disfarça
E sei que a sua força é uma farsa.
E dessa valsa, não quero ouvir de mais ninguém.
E não me liga lá pra me falar mal do meu Bem.
...
E eu não ligo! Não me diga o que a mamãe falou
Nem vem dizer o que ouviu dizer do meu amor.
Não ouço, não ouça, por favor!
deve ser algum engano, diz que eu não estou!
Alô?!
...
Cê tá me ouvindo? Pq eu não sei se deu pra entender!
Esquece isso que o seu compromisso é com você.
O que se colhe é o que se planta!
Não adinata regar a planta com veneno na garganta.
...
Não é assim que a banda toca, então se toca!
Não me provoca com esse tipo de fofoca.
Troca o disco e bota o som bom pra rolar,
Que a minha vida, eu já tirei pra dançar!
...
Dançando com a vida
de rosto colado,
Abraçando apertado,
Que delícia!

...
Cê tá me ouvindo? É que eu não sei se deu pra entender!
...
Que delícia é viver!

...

Pedaço de Mim - Chico Buarque

Uns Amigos montaram aqui em Curitiba o espetáculo "A Ópera do Malandro", Com texto e música de Chico Buarque.
No Espetáculo existe essa música chamada "Pedaço de Mim". Nela eu novamente me deparei com a genialidade desse, que pra mim, é o maior compositor da música popular brasileira, Francisco Buarque.
Há fases e fases musicais na vida de uma pessoa. Eu passei uma boa fase ouvindo e refletindo sobre a obra de Chico, cheguei a exaustão. Mas ela havia passado.
Como espectador do espetáculo, senti uma necessidade de buscar novamente algumas das composições desse grande autor e compositor.
Estou louco por essa no momento, mas logo troca-la-ei por outras e outras...
hahahahaha
A letra é ó próprio espetáculo.
"...
Ó pedaço de mim, ó metade afastada de mim
Leva o teu olhar, que a saudade é o pior tormento
É pior do que o esquecimento, é pior do que se entrevar
Ó pedaço de mim, ó metade exilada de mim
Leva os teus sinais, que a saudade dói como um barco
Que aos poucos descreve um arco e evita atracar no cais
Ó pedaço de mim, ó metade arrancada de mim
Leva o vulto teu, que a saudade é o revés de um parto
A saudade é arrumar o quarto do filho que já morreu
Ó pedaço de mim, ó metade amputada de mim
Leva o que há de ti, que a saudade dói latejada
É assim como uma fisgada no membro que já perdi
Ó pedaço de mim, ó metade adorada de mim
Lava os olhos meus, que a saudade é o pior castigo
E eu não quero levar comigo a mortalha do amor, adeus.
..."

Terça-feira, Dezembro 19, 2006

Teste pra tv

Como é duro ser ator nesse país. Ele tem que ser corajoso, atento e audacioso. Tem que achar e agarrar oportunidades, além de fazer uma análise para certificar-se das vantagens da tal oportunidade na sua carreira.
Eu sou ator de teatro. Moro em Curitiba a muito tempo e aqui segui minha carreira aos trancos e barrancos. Fiz muita coisa boa, fiz muita coisa ruim, mas todas elas eu fiz com amor.
Amor ao fato de estar fazendo arte, amor pela profissão e, principalmente, amor pela diversão de estar no palco.
Adoro o teatro, e tirando uns comerciais e outras gravações de curtas, filmes e similares, nunca havia tentado a carreira na tv. Nunca procurei fazer teste, ir atrás de oportunidades pra interpretar na telinha.
A pouco tempo surgiu uma oportunidade. Uma emissora de São Paulo estava realizando testes para três novelas. Bom, e eu com isso? Realmente eu não tinha nada a ver com isso, mas minhas duas irmãs, também atrizes, ficaram sabendo desse teste e resolveram se bandear para a cidade da garoa. Eu decidi acompanhar as meninas, pois seria uma experiência bacana e também uma maneira de acompanhar duas irmãs mais novas numa cidade estranha e complexa.
Conseguimos o telefone da produtora da emissora, através de um amigo ator de São Paulo, e daqui mesmo ligamos pra tentar agendar nosso teste. Não deu certo. A produtora comunicou que não havia mais vagas para teste e que deveríamos enviar uma material com o nosso currículo e blá, blá, blá, que certamente iria extraviar lá na emissora.
Esse amigo de São Paulo, ao saber da nossa tentativa frustrada, prontificou-se a ligar pra emissora e tentar marcar o teste. Ele, inacreditavelmente, conseguiu marcar o tal teste e nos comunicou que os nossos nomes estavam na lista. O produtor do teste marco nossa hora para as 16:00h da quarta-feira.
Depois disso tudo, fomos nós cair em Sampa. Chegamos na quarta de manhã e pegamos o metro pra casa dele. Entramos em contato com mais uma amiga, que estava recém casada e também é atriz, profissão que é a mesma de seu marido. Ela decidiu que também iria fazer o teste. Combinamos que chegando lá tentaríamos conseguir entrar com ela. Seríamos três com o nome na lista e ela sem, mas assim, seria mais fácil dela entrar.
Chegamos os quatro na portaria da emissora e pronunciamos orgulhosos nossos nomes e de onde viemos à recepcionista. Com uma certeza absurda, ela disse que nossos nomes não constavam em lista de nenhuma natureza. Decidimos, então, ligar novamente ao produtor da emissora. Ele havia dito que não seria possível nós quatro fazermos o teste.
A indignação foi total. È muita incoerência depois de confirmada a inscrição, nós termos tal notícia.
O processo de entrada na emissora funciona de tal maneira. Os atore “com o nome na lista”, pegam um bilhete na recepção, onde entram numa Vam, e esta, os transportam dentro da emissora, para o local do teste, que no caso era o cenário de um reality Show promovido anteriormente pela tv.
Estávamos nós desolados ao lado de fora da recepção, justamente onde a Vam pegavam os atores cadastrados. O motorista pergunta se a gente estava ali pra fazer o teste. Respondemos que sim, então ele permitiu nossa entrada. Parecia coisa divida, tudo estava dando certo até então, e assim continuou.
Estávamos com o texto decorado, ensaiado e analisado. Criamos subtextos, arquétipo do personagem e construímos a forma de nossa interpretação. Demos nosso nome pra moça da “claquete” e fomos pra maquiagem. O teste era feito em duplas. Havia cinco duplas que seriam as próximas a entrar, mas faltava um homem. Fui chamado prontamente. Bom estava eu lá no meio de outros atores, alguns já conhecidos do grande público. Pensava comigo: Como eu vim me meter nessa história? Já não importava como, o que importava é que essa aventura estava dando certo.
Ainda em Curitiba, uma vidente – bem conceituada e com um precedente de acertos – havia dito a minha irmã que um de nós três passaríamos nesse teste. A confiança era grande. Eu aguardava o chamado do diretor enquanto eu e a moça que formava dupla comigo passávamos o texto uma vez depois da outra. Ela, também com grande experiência de teatro no Rio de Janeiro, chegou a elogiar a maneira que eu estava fazendo o texto. Mais confiança surgia. As cinco duplas foram chamadas pra receber a marcação da cena com o diretor. Ele explicou usando uma dupla como exemplo. O sujeito dessa dupla não tinha muita experiência não, pois gaguejava o texto e tinha uma interpretação que me lembrava a apresentação da turma de iniciantes de um grupo teatral de uma igreja qualquer. Isso me deu mais confiança, pois deveria ter muitos assim por lá, e por outro lado, muitos bons também. A minha companheira de teste, depois de ver a demonstração de exemplo da tal dupla, olhou pra mim e sorriu. Foi um sorriso que dizia muito.
Já sabíamos como era a marcação da cena. As demais duplas esperam ao lado de fora do set. Lá ficamos eu e minha parceira. Vale ressaltar que essa moça é muito talentosa e verdadeira no olhar, além de ter o perfil de tv. Passamos mais uma vez a cena e decidimos que estava suficiente. O texto estava decorado, o arquétipo do personagem feito e tudo pronto.
Um certo momento, já prestes ao momento da entrada pro teste, ouço o meu nome. Quando vejo, era o chefe de segurança dizendo que eu estava proibido de fazer o teste. Estava na boca do gol... tudo estava dando certo até então.
Depois desse banho de água fria, eu fui convidado a me retirar da emissora. Que absurdo! Entrei na vam novamente e lá estava eu de novo na porta da frente.
Minhas irmãs e nossa amiga já estavam lá, coitadas, esperando a minha chegada. Pra piorar, cai aquela chuva típica de Sampa. Conseguimos uma carona, milagrosa com uma moça até o centro da cidade, ela foi um anjo.
Combinamos de ficar mais um dia na cidade pra não perder a viagem, então fomos fazer uns programas culturais bem legais e conhecemos uma baladinha de sampa.
Assim terminou a minha primeira história de o que seria o meu primeiro teste pra tv, sendo expulso dele.
Hahahahaha

Terça-feira, Dezembro 12, 2006

Viver da Arte



Viver da arte é estar atento aos fatos que rodeiam sua vida.

Os detalhes são de extrema importância, um ponto - por menor que seja - deve ser atentado.
O artista tem essa obrigação.


Além de, claro, manifestar tudo isso antes visto, em algo que possa tocar o interlocutor.

Tento viver disso, consigo viver disso e busco fazer e abraçar meus trabalhos com os braços do coração.

Quero dizer, decidi.

Que tenho como reconhecer a minha beleza nos olhos de quem eu amo. Pq a verdadeira beleza está na cabeça de outra pessoa que te observa.
Isso é o amor.
Digo que pra viver com uma pessoa deve-se fazer uma única pergunta a você mesmo:

"Será que eu quero conversar com essa pessoa a minha vida inteira?"

E, por que somos apaixonados?

Não pergunto só em relação a pessoas, mas por outras coisas como profissão, religião ou futebol...?

Porque alguém torce pra um time de futebol? (Essa causa dor de cabeça!)

Pelos jogadores? Creio que não:

Pois eles não torcem pelo time que jogam, são mercenários e vão jogar bem pro time que pagar mais.

É pela competência do time?

Não, pois eu conheço gente que torce fervidamente por times que só perdem.
(Que coisa, né?)
Sabe porque é?

É por causa do nome.

Isso aí... O NOME.

É isso que faz com que um cidadão se apaixone pelo seu time. Quando o nome do time é falado, ou quando a bandeira é mostrada o sujeito fica completamente cheio de vida e de vontade de ir em frente.

Ele ama esse time, ele troce por esse time, ele faz parte desse time. Ele participa do “conjunto time”.
Ele não gosta de ver o jogo pela televisão, ele vai ao estádio. Ele faz isso, não pra ver o jogo - mas sim - pra participar da vida do time, da comunidade do time.
Porque todos nós sabemos que, quem vai ao estádio não vai pra ver o jogo, pois lá é o pior lugar pra ver a partida e ainda por cima não tem replay.

O cara quer a emoção da massa ao seu lado gritando pelo time.

Desculpe-me, mas nenhuma religião no mundo promove algo como isso.

Agora pense: Se é tão melhor ir ao estádio pra ver um jogo, provavelmente deve ser bem melhor ir ao teatro pra ver uma história, do que ficar em casa e ver mais um capítulo da novela.
Além disso, Quero dizer:

Quero dizer que estou sentindo muita vontade de ajudar os outros e ser mais solidário com pessoas que eu vejo que precisam.

Elas precisam de tão pouco e ninguém dá nada. Elas não pedem demais, elas pedem o que precisam.

Quero dizer que estou começando a não gostar do meu país.

Quero dizer que ainda estou puto com a deputada que dançou pro Brasil inteiro ver.
Ela dança mal e, além disso, me fez perder a fé na democracia.

Quero dizer que eu tenho amigos gays e adoro eles.

Quero dizer que eu tenho amigos heteros e adoro eles tbém.

Quero dizer que eu já levei foras de várias pessoas por várias vezes.

Quero dizer que eu já dei vários foras e cometi várias gafes.

Quero dizer que eu já reprovei, e daí? o sistema é falho mesmo. Sendo falho o sistema, você sendo falho num sistema falho, quer dizer que está no caminho certo.
- Ou não?

Quero dizer que eu não gosto de pessoas que tiram sarro por maldade.

Quero dizer que gosto de pessoas que brincam de trabalhar.
Quero dizer que gosto de trabalhar brincando, ou seja, levar a seriedade na brincadeira e brincar à sério.

Quero dizer que amo aprender coisas e guarda-las.

Quero dizer que não sou completamente moderno moderno, e daí?
Quero dizer que odeio a metafísica do poder, ou o fomoso poder de síndico, onde a pessoa tem um poder pequeno e faz disso uma grande glória pra se exaltar.
Ah!

Quero dizer que depois termino...

DECORRENTES DE NÓS

COSTUMO ANDAR AO CHOVER
CHOVER AO CHORAR
SORRIR AO QUERER,
COSTUMO PARAR AO TOMBAR
.
PERTENÇO AO MESMO PODER
NÃO POSSO FUGIR
PARECE SER BOM
SORRIR AO FINGIR
.
CORRER CONTRA O TEMPO
MALDADE CAÇOA
DORMIR AO RELENTO
COMIDA QUE ENJOA
.
PESSOAS DOS MEUS SONHOS
CONFUSÃO DOS DE REPNTES
JUNTOS E SEPARADOS
EM PENSAMENTOS VIRADOS
.
.
DE NÓS JÁ DECORRENTES,
DE NÓS JÁ DECORRENTES.
.
.
DECORRENTES DE NÓS
CONFIANTES EM NÓS
MAS ENGANEI-OS
QUEM?
MEUS PENSAMENTOS
.
DECORRENTES DE NÓS
CONFIANTES EM NÓS
MAS ENGANEI-OS
QUEM?
MEUS PENSAMENTOS
.
.
MAS ENGANEI-OS
QUEM?
MEUS PENSAMENTOS
.
.
.
NÃO SÃO MEUS

TATTOO

CONSEGUI VENCER MUITOS PARADIGMAS PESSOAIS.
RESOLVI FAZER UMA TATUAGEM.

GOSTEI DO RESULTADO.

DECIDI FAZER POR VÁRIOS FATORES:

A BELEZA DA TATUAGEM FOI UM DELES.
A CONFIANÇA QUE TENHO PELO TATUADOR, CONTOU MUITO, POIS ELE É UM GRANDE AMIGO E MUITO COMPETENTE COMO ARTISTA PLÁSTICO, TEÓRICO DE ARTES E TATUADOR, CLARO.

POSTEI UMA FOTO DA TATTOO NO FLOG:

http://software.vipflog.com.br/

Segunda-feira, Dezembro 04, 2006

SOBRE O NATURAL

Uma vez uma amiga muito querida me chamou pra uma conversa.
Ela estava com uma idéia na cabeça.
Montar um espetáculo que falasse de mulheres. Me contou seus planos pra esse espetáculo.
Seriam quatro mulheres em cena, onde elas narrariam faltos corriqueiros e situações vividas exclusivamente por mulheres. Uma peça que conversaria diretamente com essa nobre alma da mulher.Mas a conversa proseguiu, e ela me pediu pra compor a trilha original do espetáculo, ou seja compor as músicas e letras.
Eu prontamente topei, pois achei o tema muito rico e inspirador.O universo feminino é espetacular em todos os estágios da vida. Uma mulher nunca perde a fiminilidade durante toda a sua vida.
Decidi enfrentar esse desafio. O nome do espetáculo era: NATURAL.
Infelizmente, por várias questões práticas, não foi possível levantar essa peça. Uma pena, pois iria exclarecer, entreter e tocar o coração de muitas mulheres e homens, que dela seriam espectadores.
Cheguei a compor a primeira música do espetáculo antes dele ser suspenso. O nome da canção é "SOBRE O NATURAL".
Essa minha amiga estava longe, então com a minha web cam e um microfone de computador, decidi fazer um "mini VIDEO clip caseiro" pra mostrar o resultado da composição a ela.
A gravação seria feita com outros intrumentos, mas a guia que enviei é tocada ao vivo diante do computador sendo o áudio captado pelo ínfimo microfone de bate-papo.
Aqui está:
clique aqui:
Clip - SOBRE O NATURAL
Fala sobre coisas triviais na vida de uma menina, moça, mulher.
A canção não está inteira. É somente um trexo.
Esse "mini video clip", além de demonstrar a canção, é muito engraçado mostrar as notas no violão... fiquei uma hora editando.
Só eu mesmo pra fazer isso... que coisa sem graça.
Até a próxima.

Sobre o Baú

O Baú de Idéias Novas,
É um espaço para ser cultivado. Local no qual exitem idéias ou intenções das mesmas.
Aqui vc vai encontrar fatos corriqueiros... escreverei o que vier na telha.
Racionalidades, emoções, diversões, segredos, palavras soltas, palavras abstratas e até coerentes.
Quero cultivar o baú de idéias novas, como uma rosa em botão.
Espero que consiga.
Abraço a todos...
E sejam bem vindos